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2ª Crônica de Val.Handras: Confronto em Terra Esquecida

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kamui

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Era algo que não esperava da guerreira, uma atitude nobre... será que era isso que chamavam de companheirismo, ou apenas arrogancia? Ela queria fazer pouco caso dele ou apenas queria ajudá-lo...
Segurou a placa com a mão esquerda e sentiu o peso da placa, ela lutou com ele portando todo aquele peso e ainda assim venceu... Ela realmente era forte,mais forte do que muitos que conhecera, mesmo em minoria não sabia se algum dos guerreiros que enfrentou se comparava a ela.
Com a placa na mão retrucou:


-Pode deixar... Estarei lá...

Ao ouvir da boca da guerreira que era um covarde, aquilo doeu ainda mais, feriu seu ego, mesmo ele sabendo que não era verdade, ainda assim dito por ela parecia que tinha mais peso que o normal, como se ela não o visse como guerreiro, ou como igual, mas como inferior, isso ele não poderia tolerar.



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Alicia Han

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Arthuria caminhou por sobre as ruinas até chegar aonde queria. Aonde a muralha se encontrava com a velha ferraria abandonada. Observando atentamente o lugar serviria bem, com sua estrutura reforçada, para um combate entre ela e o dragão.

Tirando sua espada e fechando os oljhos ela mergulho nas lembranças de seu passado. Lentamente as memórias. O cheiro de fogo e sangue permeavam seu pulmão. seus olhos se abriram lentamente e já não estava na fortaleza abandonada, mas no campo de batalha contra milhares de Orcs, sua tropa logo atrás, temerosa, pronta para fugir, mas ela simplesmente gritou o seu nome e partiu para a guerra. Uma guerra que apenasela saiu viva, seus companheiros ou fugiram ou morreram tentando fugir.

Seus olhos se clarearam e mais uma vez voltou ao presente. Devagar recolocou sua armadura, descansaria depois, pois em breve teria que lutar...lutar contra o medo.
[/i]


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Yami~

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Ao perceber que a maioria pensa em passar a noite naquele lugar, montando um acampamento, a gladiadora faz uma certa expressão de descontentamento, mesmo após ela e Kirin terem feito uma patrulha de reconhecimento do perímetro, não achava muito sensato ficar muito tempo em um lugar desconhecido, mesmo que estivessem um tanto cansados. Estava inquieta batendo de leve a sua lança no chão gerando um ruido baixo quase até mesmo para ela ouvir. No entanto a ideia de seguir andando de noite também não era muito inteligente mesmo para ela que tinha meios de enxergar no escuro.

- Preferia não ficar a noite toda neste lugar mas tempos poucas opções pelo visto.

A meio-elfa se levanta daonde estava sentada, provavelmente para iniciar uma nova ronda já que não conseguia realmente relaxar muito, ou mesmo parar quieta no lugar, não que fosse impaciente por, mas estava um tanto naquele momento, ouvia as palavras dos seus companheiros e antes de sair deixa apenas algumas palavras ao meio dragão dando um leve toque com o cabo de sua lança no ombro dele.

- Não sei exatamente como se sentiu, creio que eu mesma passei por isso diversas vezes, ms devo garantir que o medo nos deixa vivos, deve superar ele em seus pontos críticos, mas ainda não pode deixar de ter ele, seres sem medo morrem mais cedo e fazem coisas incrivelmente estúpidas.

Bate a poeira de suas vestes mais como um costume ao se levantar e não como se estivessem sujas, e vai saindo do local, iria iniciar uma ronda um pouco maior para verificar o local aonde estavam.

- Devo voltar logo, qualquer coisa apenas sigam as luzes brilhantes.

Claro que se referia as suas magias de fogo caso estivesse em uma situação mais complicada.


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Meister Aoro

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Arkarina Kellers

Christopher Rhapsody

Koesharo Oakfire


Arkarina suspirou, não gostava da ideia de compartilhar o legado de seu mestre, dela e de kirin. Ao olhar para o lycan ela pode ver que ele balançava a cabeça concordando. Ela era sabia e sabia que somente ela e Rashi ainda não tinha descoberto os segredos mágicos daquele estranho diário. Se ajeitando na pedra em que estava sentada ela abriu o diário e o colocou sobre outra pedra, que servia de mesapara eles.

Christopher e Koesharo puderam ver que a capa do livro era de couro costurado, as folhas eram grossas e manufaturadas manualmente e a tinta que havia em um ou outro detalhe já era desgastada pelo tempo. Ao abrir o livro Christopher pode ver que era um emaranhado de informações, de missões, de desenhos e mapas. Uma verdadeira encicoplédia para aventureiros: mapas de cidades abandonadas e masmorras esquecidas e parcialmente mapeadas, lendas de criaturas e povos em vários lugares e inclusive haviam magias ali descritas para serem aprendidas e testadas. Um livro de grande magnitude. Mas o que os surpreenderam, tanto Christopher como Koesharo, eram o fato de os nomes de suas familias estarem ali também!

Christopher notou primeiro este fato: Seu avô ajudou Shion Asa remendada com uma magia poderosissima e lendária: Ressurreição! Ele ressucitara a Lâmina que havia aparecido horas atrás no campo de batalha. Ali dizia que ela era uma Lycan poderosa como conjuradora, mas tinha o dom da vidência sob uma regra: quem desvendava seus enigmas recebia a visão do futuro. Ela havia sido morta por Erebus Dragão Negro a mil anos atrás, e com sua renascimento ela forneceu a Shion o enígma do Labirinto de Vault!

E era nesta pare que Koesharo se identificou. Ali estava o nome de seu pai e o mais importante seu pai fora o guia não de Shion Asa remendada na procura e libertação do Minotauro Silvadopunhopoderoso Um Lycan que foi importante no combate contra um gigante da fornalha, um Golem de Fornalha de proporções assombrosas, chamado de Gigante De Ferro. Ele não só venceu o monstro mecânico, como forneceu ao seu pai o metal que seria anos mais tarde usado na forja de um martelo de Guerra anão: o Mjonir! E o martelo estava perdido em um labirinto proximo daquela fortaleza que estavam!!!

Iliyarashki - Rashi

Kirin Arkantus


Kirin observava a reação dos novos membros com total interesse, pelo visto aqueles dois tinham relação com toda a historia que eles mesmos viviam. Uma vez seu mestre Shion contou que tudo tem um significado e nada era por acaso e que um dia ele iria conhecer aqueles que trariam um velho nome para o novo tempo: ele agora savbia, assim como Arkarina, que eles haviam renascido o nome Asas Douradas, ao continuar a missão de seu mestre: Um anão, um elfo, um humano, um dragão, mestiços... Sim eles estavam se completando. Logo teriam que enfrentar os sete pecados capitais de Pandora.

Rashi se afastou do grupo, após um tempo de caminhada e patrulhamento ela percebeu que o lugar estava realmente seguro, O combate contra o propagador foi um mero acaso, mas a imagem da esfinge com o lema que deixou no ar era suspeito. Tão suspeito quando ver, naquele momento de caminhada, um rastro de óleo negro no meio da floresta! Isso mesmo, diante dela,a quase 200 metros da fortaleza, estava um rastro de óleo e estranhamente quente ainda, embora o rastro das arvores e galhos estavam a um bom tempo secos e quebrados, o óleo parecia novo em folha. Ela podia seguir a pista o investigar

Valandil Tinehtelë


O que o dragão faria? Valandill podia ouvir em seu interior o Chama do Pecador rindo dele, chamando-o de covarde e clamando por.. revanche contra a soldadi minorianah.

Arthuria Behemont


Arthuria havia se preparado, Valandil ainda nao havia aparecido e tudo indicava que ela tinha tempo para fazer o que quizesse naquele instante inclusive relembrar ainda mais o passado e seus combates.

Thalia


O que o grupo não sabia era que eles não estavam sozinhos naquele lugar. Thalia caminhava pelo escombros de um templo. O lugar tinha uma fortaleza não muito distante de onde estava. Sua jornada como uma caçadora estava dando lucro,já matara inclusive um leão de pele Escura daquelas terras selvagens, ma sua maior caça estava dentro do labirinto que encontrara naquele lugar. O rastro de sua enorme e corpulenta presa era visivel, o óleo que a besta de ferro deixara pelo caminho era inconfundivel. O templo era falso, escondia uma masmorra enorme e ela, como uma boa taurina barbara, não deixara aquela bresa ideal fugir. Um golem de Fornalha com uma menininha montada em cima havai abatido o reptar que caçava e agoar Ela CAÇAVA AQUELES DOIS.



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kamui

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Estava a ponto de explodir de raiva e mostrar para aquela mulher toda a dor que sentia em seu coração, toda a humilhação que o fizera sentir seus olhos estavam prestes a se fender e se entregar ao doce gosto da caça.

- Não sei exatamente como se sentiu, creio que eu mesma passei por isso diversas vezes, mas devo garantir que o medo nos deixa vivos, deve superar ele em seus pontos críticos, mas ainda não pode deixar de ter ele, seres sem medo morrem mais cedo e fazem coisas incrivelmente estúpidas

Ele se sentiu eletrizado por um instante um pequeno choque,e já não era mais ele, estava em uma arena onde todos vibravam enquanto seu sangue escorria, alguém duas vezes mais alto e mais forte, seu rosto de aspécto taurino e narinas em chamas, seu halito cheirava a sangue e seus olhos brancos da fúria da batalha em sua direção brandia um machado feito com omoplatas de algum animal mitico, podia ver seu sangue pelo machado, podia sentir o medo da morte se escondendo atrás de seus olhos.

- Eu vou viver... -Eu vou viver !!! Sua mão estava dentro do peito de seu adversário e a lança trespassava do outro lado enquanto uma aura de chamas evaporava todo o sangue de seu corpo, as labaredas dançavam em forma de uma enorme salamandra de fogo  envolvendo lentamente seu adversário até consumi-lo.

Voltou a si quando os passos da gladiadora ja se distanciavam, imaginou quantas vezes isso já não tinha acontecido, se lembrou de quando enfrentou a aranha e de que mesmo apavorado decidiu enfrentá-la ... Finalmente percebeu..
.
-Eu ficarei forte, cada vez mais forte, aprenderei a controlar minhas emoções, uma a uma, e a que eu não puder controlar; Eu a usarei, serei mais forte... Muito mais forte...

Se levantou determinado indo em direção a muralha,chegando onde marcaram, seus olhos não mais transpareciam raiva ou descontentamento, apenas determinação, em pouco tempo ele já aprendera a enfrentar 2 de seus pecados.
-Vamos começar donzela, que comece a nossa dança.

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Yami~

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Rashi havia escolhido na verdade uma caminhada mais do que realmente uma patrulha, tentar se aquietar um pouco de tudo o que tinham passado, mesmo ainda não achando uma boa ideia ficar muito tempo em um mesmo lugar. Sentia certa falta de seu amigo bardo, ele realmente conseguia relaxar ela com alguma de suas canções, talvez desde a morte dele tenha ficado um tanto paranoica, ou era uma simples nostalgia de aventuras passadas, o grupo havia ficado grande novamente para quem havia se acostumado por um tempo com apenas dois companheiros, mas isso era o de menos para ela, com mais companhia melhor era.

- Faz tanto tempo que estou longe das arenas, e ainda não tenho nada realmente bom para levar à Ástharkon quando voltar.

Dava mais alguns passos olhando o local até perceber um rastro negro no chão, parecia um tipo de óleo, e ainda estava quente, talvez o “dono” do rastro não estivesse muito longe, uma certa curiosidade atingiu ela para saber do que se tratava, caso acontecesse o pior, sabia muito bem como avisar seus companheiros. Com uma certa cautela passou a seguir o rastro.


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Fear

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- Har. Har. Har. como presumi meus antepassados estão mais enraizados na história de handras do que veio de ouro na rocha da montanha. Har .Har. Har.- Falava isso com brilho de orgulho nos olhos, mas também com preocupação crescente por que achava que seria mais facil derrotar a fornalha negra, o que tudo devora.-Vamos ter que adentrar este labirinto, pois tenho que reaver o que é meu por direito e cumprir meu dever sagrado para com meu povo, minha deusa e minha honra.Olhava sériamente para a maga que se intitulava lider do grupo e portadora do diário.

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Vaskes

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Após observar com um pouco mais de atenção, pode dizer com certeza que aquele livro era uma reliquia, as informações contidas naquele diário eram explêndidas, apesar de ter uma organização um pouco...duvidosa.
Christopher logo se atem à informação de um de seu familiar presente no diário e uma das magias mais poderosas ja criadas, a Ressurreição, fica claro para todos ao redor o quão estupefato ele ficou.

"- Talvez haja algo além do simples destino no encontro entre os integrantes deste grupo" - Pensou o garoto, e logo um pequeno sorriso lateralizado aparece em seu rosto. - Há de fato muita coisa útil nesse diário. - O garoto pensou um pouco mais alto. - Sou grato por você ter compartilhado seu bem conosco, acredito que o conhecimento seja uma das armas mais perigosas, e quanto mais tivermos, melhores chances teremos também. - Disse em um tom embebido em mansidão para Arkarina.
Logo ele percebe a ausência de diversos membros do grupo e fica um pouco preocupado. Logo ele se levanta ajeitando suas vestes, pega seu cajado o bate no chão com pouca força, o suficiente para fazer um pequeno estalo no solo - Lumus - Sussurrou, logo um brilho numa pequena esfera no seu cajado se acende aos poucos, ele se vira para Arkarina - Vou verificar como todos estão, nas circunstâncias atuais não podemos nos dar ao luxo de ficarmos mais vulneráveis ainda. - E sai em caminhada inicialmente por dentro da construção, Um pequeno brilho vai na frente, quase imperceptível, se não estivesse tão escuro, e procura em direções diferentes de Christopher pelos membros do grupo que não estavam juntos.



Última edição por Vaskes em Sab 1 Nov 2014 - 14:15, editado 1 vez(es) (Razão : Imagem)

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Alicia Han

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Arthuria ouviu os passos se aproximando e deixou sua memória para trás, voltando seus olhos para o draconiano e ouvindo seu convite para a valsa ela simplesmente endireitou o corpo, brandiu sua espada e respondeu.

- Então que a valsa metálica seja tocada...

Como um relãmpago prateado ela saltou em sua direção, literalmente se jogando contra ele e no meio do caminho ela girou o corpo e a espada ganhando mais força no ataque e desferindo um golpe da direita para a esquerda. Isso mesmo, ela não iria usar um simples golpe de treino, nem usaria o lado cego da espada,ela iria mesmo enfrentar valandil com todas as suas forças.

Ps. Ataque Especial


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Genesis OP

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'OverDice 6' :

Resultado :

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kamui

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Olhou para a guerreira e gostou do que viu, sua determinação, sentiu seu espirito de luta vibrando, querendo aquilo mais do que podia imaginar, aquilo era uma batalha, não um treino,a tensão no ar toda a eletricidade que passava dela pra ele, na sua mente aquilo já se desenrolara inúmeras vezes... Num segundo como se confirmasse seus instintos ela vinha em direção a ele, podia sentir suas intenções seu espirito de batalha. Porém depois de vêla lutando tantas vezes ficara mais fácil ver os padrões.
No mesmo instante que ela partiu em sua direção ele fez o mesmo, encurtando a noção de espaço da guerreira, aumentando a velocidade no ultimo instante para ficar assim cara a cara com ela antes que pudesse completar o giro da espada,tentando entrar no seu mae,ficando com o corpo a milimetros do dela.


-Você não pode dançar sozinha, ou a musica perde o brilho.

Tentando Seguir o movimento do corpo da donzela enquanto ela girava da direita para esquerda ele saca a espada de forma brusca, como um ataque com o cabo de Dragonbreath na parte entre suas costelas e axila oportunamente aberta para um ataque rápido, tentando com isso que ela se desequilibre e interrompa o giro.




ps:gasto 2 pms para Aceleração
gasto 2 pms para Telepatia (h+1)
gasto 2 pms para poder especial +2 na FA

Ps1: 1 dado esquiva 2 dado Ataque

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Genesis OP

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O membro 'kamui' realizou a seguinte ação: Lançar dados

#1 'OverDice 6' :

#1 Resultado :


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#2 'OverDice 6' :

#2 Resultado :

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Marinah

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Thalia olhou oi rastro de óleo e fungou forte, soltando o ar de seu pulmão com força pelas narinas.

- Thalia odeia menininha em gigante de ferro... Mim não vai deixar ela fugir!

Ela estava furiosa, sua caçada havia sido interrompida pela garotinha e o golem de ferro, eles não só interromperam sua missão como mataram o raptor, agora ela estava furiosa, o raptor era dela e só dela e agora os dois teriam o desprazer de encarar seu machado!

- Thalia furiosa como pai touro!

Diz ela já rastreando a entrada da masmorra

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Meister Aoro

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Arkarina Kellers

Koesharo Oakfire


Arkarina concordou com um movimento leve de afirmação com a cabeça, perante as falas de Christopher e Koesharo. Ao ver o

jovem conjurador da vida se afastar,ela votlou sua atenção ao mestiço de anão com elfo. Saber que seu mestre tinha tantos

contatos e tantos enigmas em um único diário chegava a ser assombroso. Koesharo viu eal ficar em silencio por um tempo,

Arkarina Kellers, a herdeira do titulo de "Asa Dourada", possuia em mãos uma relíquia curiosa. Após um tempo em silêncio, a

conjuradora espadachim voltou sua atenção a Koesharo.

- Nosso destino parece que já estava traçado previamente pelo meu mestre. Um mapa para um reino a muito tempo

abandonado, um encontro do um descendente do seu antigo grupo e a caçada a um espírito maligno materializado. Com

certeza isso monsta a mim que estamos realmente ligados ao destino dos Asas Douradas. Koesharo... me conte mais sobre sua

missão e a sua relíquia. Acredito que, pelo que vem acontecendo com este grupo, tudo indica que teremos que ajudá-lo com a

tal relíquia e seu destino.

Ela decidiu deixar o diário aberto sobre a rocha e aguardou que ele se pronuncia-se

Iliyarashki - Rashi

Kirin Arkantus


Kirin fez a ronda na fortaleza inteira e conseguiu ainda encontrar mais duas armas em corpos semi escondidos pela mata e com

seu faro outra coisa inusitada de se ver. Ele havia encontrado uma lança de prata adornada em fios de seda branco, imaculados

como se tivessem sido tecidos naquela hora, encontro braceletes de ferro fundido em Lua Negra, um feito raro somente por

anões, sendo um artefato poderoso nas mãos certas e por fim o item inusitado fora dentro do que parecia ser uma prisão para os

capturados daquele lugar. Um esqueleto acorrentado na parede, em posição de que indicava ter ficado com as mãos presas no

alto até a morte. Mas o que era estranho era os ossos, todo revestido em aço, como se o proprio osso daquele falecido ser fosse

assim.

Rashi, por sua vez, seguiu o rastro de óleo por vários minutos até começar a encontrar várias ruinas escondidas pela vegetação

selvagem do lugar. Seus pensamentos preocupados se mostraram com uma solução inesperada pois ao seguir aquele rastro de

óleo ela encontrou a levou ao meio do que parecia ter sido um imenso hall de entrada de um castelo! O rastro havia passado por

entre duas colunas de entrada que possivelmente seguraram portas a muito tempo atrás. Em cada lado da porta haviam

estatuas de prata pura, que resistiram ao tempo intactas, estatuas de dois guerreiros, um homem com espada de duas mãos e

uma mulher com um par de lanças! sendo identicas a lança que ela possuia, mas com aparecia de mais imponencia e

importância. E na base de cada estatua, para sua surpresa,estavam escritos: Rei Iliyarashki Belerofonte - Rainha

Val.Handralianna Rashi. Um humano e uma elfa foram os reis daquele lugar! Ao passar por esteas duas figuras prateadas ela

pode sentir que o piso abaixo de seus pés, mesmo com terra e raizes, ainda preservava um piso intacto daquela antiga

construção. E mais a frente uma grande porta destruida que dava caminho ao subterrâneo, com uma... Minotaura parada em

frente a ele!!!

Valandil Tinehtelë

Arthuria Behemont

Christopher Rhapsody


Arthuria e Valandil começaram sua valsa, sons de espadas se chocando, golpes sendo desferidos, rangidos e espamos de dor. Em

poucos segundos eles estavam mergulhados no caos de suas próprias mentes. Valandil nunca viu um ser humano lutar como

aquela garota, mesmo com todo aquela vestimenta em ferro segmentados como um vestido longo, ela parecia flutuar. Arthuria

podia claramente sentir que agora lutava com outro ser, não o dragão que vencera, mas o homem que dava origem ao dragão.

O duelo deles era tão devastador que quando as laminas se encontravam vaíscas voavam e o váculo dos cortes de suas armas

rasgavam o chão, árvores e pedras.

Christopher encontrou Arthuria e Valandil mergulhados em um combate sem igual, com certeza ele teria que curar aqueles dois

mais tarde, porém a valsa que ambos estavam executando era de se encher os olhos de admiração. Era como se você visse um

anjo de vestido de ferro dançando com um dragão em forma humana. como isso era possível? Não havia medo naqueles dois,

não havia se quer moderação em seus golpes, como que se fossem depender da vitória e nada mais que a vitória para

sobreviver. Uma coisa era ouvir a má fama da Donzela Sanguinária Arthuria "Dama de Ferro" Behemont, outra coisa era ver

pessoalmente ela mergulhada no combate. Assim como estava sendo diferente ver aquele jovem draconiano lutando como uma

fera, mas com a mente de um homem!

E com um ultimo golpe Arthuria e Valandil se chocaram com força, suas espada choraram o som final da batalha que haviam

começado, uma valsa de combate que terminou com um empate e com uma nova revelação: Valandil não foi consumido pela

furia, Chamas do Pecador perdera para a vontade de Valandil:uma vontade em forma de uma donzela que trilha o caminho de

sangue e fatalmente destinado a morte em batalha, como todo behemont. E Christopher pode presenciar esta cena.

Thalia


Thalia estava para entrar na masmorra quando ouviu passos logo atrás dela. A bárbara Lycan de Touro pode ver uma jovem se aproximando. o cheiro dela era de batalha, de alguem que havia participado de muitas batalhas, mais do que isso, ela tinha a aparecia de uma combatente, mas de traços meio elfo e meio humano. Uma coisa era certa, aquela garota vinha ao seu encontro e parou no meio do caminho. o óleo abaixo de seus és ainda estavam quentes, ma se demorasse muito logo o Golem de Ferro e a garotinha fugiriam.


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Yami~

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Não era bem uma caçadora mas não era difícil seguir tal rastro, e apenas o fez por achar um tanto, incomum, para aquele momento, estava muito inquieta no lugar aonde seus companheiros haviam decidido montar acampamento. Andava com um certo cuidado prestando atenção em todo o caminho, afinal não apenas seguia um rastro mas também estava numa trilha.
Em questão de alguns minutos chegava realmente em um lugar, um castelo, mais precisamente sua entrada, talvez o que eles procuravam, e o rastro seguia para dentro daquele local, mas hesitou um momento antes de continuar seguindo o rastro, as estatuas ao lado da entrada chamavam muito sua atenção, ao menos por um momento.

- Acho que descobri daonde veio meu nome, meu pai, ou minha mãe...– da uma pequena pausa nas palavras, expressando um certo pesar, mas logo volta ao normal –...um deles deveria ser excêntrico quando me deram o nome, alias aquela criatura ainda estaria viva? – suas últimas palavras soavam extremamente frias e irritadas, como sempre quando comentava algo sobre seu pai.

Ficou por um ou dois minutos paradas e depois seguiu adiante, não era hora de voltar ainda, os primeiros passos no chão mostravam a consistência e perfeição do local para resistir ao tempo, e à natureza, e mais alguns passos revelavam o motivo aquele rastro negro que seguia. Já tinha visto, e ainda enfrentado alguns minotauros na arena, mas nunca tinha visto uma minotaura antes, alias nem sabia que elas existiam, mas pela aparência só poderia ser uma.

- Olha o que eu descobri...uma nova espécie neste local, sabia que é perigoso deixar um rastro deste tamanho pelo caminho?

Suas palavras soavam em tom sarcástico, acompanhado de um sorriso no rosto, não sabia exatamente se o ser à sua frente era hostil ou não, apenas segurava sua lança de modo mais firme enquanto tentava questionar o que aquele ser pensava em fazer.


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Alicia Han

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Arthuria suspirou, o suor em seu rosto, os abelos desgrenhados pelo combate caindo por seus ombros e face, o arfar de sua respiração. O corpo doia com certeza, os golpes de Valandil lhe acertaram em cheio muitas vezes, mas ela também o havia castigado um pouco.

Mas o objetivo havia sido concluido, ela não sentia mais o cheiro do medo e da dúvida, ela não sentia aquele terror que vira no campo de batalha. Uma coisa era certa, homem e monstro, estavam antes divididos, mas agora podia ter certeza que podia unir os dois seres em um. Girando sua espada ela a guardou na bainha e começando a caminhar de volta ao acampamento percebeu a presença de Christopher.

- Não se preocupe com minhas feridas, jovem, amanha já estarei pronta para a batalha... O que é um treino sem risco?

Dito isso ela passou, sem olhar mais para trás, para Valandil, ela apenas estendeu a mão e afastou os cabelos, deixando-os novamente em linho por sua cabeça. [/color]


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Marinah

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Thalia olhou para a entrada da masmorra e estava preste a entrar quando ouviu passos. Ao se virar e ver aquela guerreira uma ruga de raiva surgiu em sua cabeça. Seria mais uma querendo caçar suas presas?

Ao ouvir o cometário de que ela quem havia deixado o rastro de óleo e dado vazão a sua descoberta deixou Thalia muito furiosa.

- Thalia não vaza óleo negro! Thalia nã deixar rastro por ser éxima caçadora!

Thalia ergueu seu enorme machado de combate, segurando firme com suas duas mãos e deixando o gume laminado em paralelo com o chão, pronto para um ataque em horizontal, como sempre começava os combates.

- Thalia não ser golem de ferro gigante! Thalia caçar ladrão de presa... Mim não gostar de ser chamada de ruim escondedora, elfa burra não ver diferença em rastro de pegada grande? Mim não ter tempo pra elfa burra... Mim caçar Gigante de Ferro e menininha linguaruda... Se atrapalhar Thalia, Thalia enfiar este machado na sua cabeça como Thalia faz com Orcs e Trolls!

Ao dizer isso, ela funga forte por suas narinas e começa a se voltar para entrar na masmorra.

- Cai fora magrela comedora de grama!

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Vaskes

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Christopher fica inicialmente maravilhado com o final da batalha, o embate perdurou até um empate justo, de fato ambos eram eximeos guerreiros.
Ao final Arthuria se dirige ao mago branco, ele antes apatico, reage com um sorriso, seu cetro é cravado no chão.
- Lumus medeor - Ele sussura e a luz que ele havia criado se direciona à Dama Sangrenta enquanto ele tocava no ombro do garoto dragão - Medeor. - Uma pequena luz de cura atravessa o corpo de ambos e o tecido das feridas se regeneram aos poucos.

- É pouco prudente permanecer feridos e separados nessa terra, ainda há pessoas desagrupadas não?! - Ele se vira de volta à saída e pega seu cajado novamente. - Consegue me dizer onde todos estão?

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Alicia Han

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[i]Por aquela ação Arthuria não esperava, ao ver que estava completamente curada ela se voltou para Christopher. Era estranho ver um Rapsody agir assim tão voluntáriamente.

- desconheço a localização de quem mais saiu do circulo de nosso acampamento... meu treinamento com o dragão era necessário... Não só para ele, mas para mim também. Com isso posso até ficar de guarda o primeiro turno..

Dito isso ela voltou a caminhar, esperando ser seguida pelos dois.

- Estou ciente da pratulha de Kirin, uma vez que este é nosso "cão de guarda", mas quem mais se ausentou do acampamento?


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Vaskes

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Ele ouve as palavras da guerreira e chega junto à ela, balança a cabeça consentindo com as informações de seu treinamento com o garoto dragão, ele não estava no grupo por tanto tempo, por isso não sabia se podia se intrometer tão a fundo em seus assuntos pessoais, apenas quis manter ambos saudáveis, e foi o que fez sem pensar duas vezes.

Assim que a dama de ferrou começou a caminhar ele se vira com um meio sorriso para o garoto e segue a amazona, ainda ouvindo o que ela continuava a falar.

- Não tinha o conhecimento de que ambos precisavam treinar com tal intensidade, afinal são conhecidos por suas habilides, e eu ja os vi em combate, apesar do que houve hoje mais cedo... Enfim, agora que encontrei vocês e o Lycan esta a patrulhar o perímetro, acredito que a única que falta é a Gladiadora mestiça, Rashi, se não me engano. - Ele ainda precisava conhecer um pouco mais de cada um, e relacionar os rostos e nomes melhor - Já faz um bom tempo que não a vejo, acredito que ela não seria pega desprevinida por nenhuma armadilha ou criatura, mas em minha peregrinação até aqui, vi que por mais fútil que seja uma ação, ela sempre será realizada melhor em equipe, e pretendo garantir a segurança de cada um de vocês.

Com passos vagarosos sua luz iluminava o caminho pela construção, sem chamar muito a atenção, enquanto caminhavam.

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Alicia Han

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Arthuria nao parou de falar enquanto andava, ao ouvir a resposta de Christopher.

- Tolo é aqueleque acredita estar perfeito em sua arte de guerrear... Nós Behemont estamos destinados a isto, querendo ou não somos apenas armas ao reinado.

Ela finalmente para eolhapara ele.

- Assim como aqueles que deveriam "preservar a vida" e a deixaram de lado, um behemont que deixa de servir ao reino não passa de uma arma inutil a qual deve ser desfeita.

Ela olha nos fundos dos olhos dele e murmura.

- Sou uma arma para o reinado, se eu perder meu fio não passarei de estorvo e deverei ser reforjada ou destruida... Vivo pelo reino e morrerei por ele


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Vaskes

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Um som baixo e anasalado é a primeira resposta de Christopher, como uma risada contraída, não que ele tenha achado graça, mas ficou feliz por ter alguem tão determinada assim por perto, a guerreira era realmente impressionante, em suas ações, em suas palavras, ele podia ver cada fibra do corpo dela almejar o cumprimento do dever de sua vida.

- Pois bem Guerreira. - Ele tinha encontrado alguem naquele grupo a quem ele seria realmente útil, ele não sentiu apenas uma forte empatia, mas algo além, via nela o desejo que ele mesmo tinha, de cumprir o dever de sua familia, de retomar aquilo que lhe é precioso. - Enquanto estiver com você, garantirei que esta arma - E aponta sutilmente para o coração da Dama de Ferro - Jamais se quebre, farei o mesmo que meus primeiros ancestrais, lutar pelo bem da vida alheia, enquanto eu viver, ninguém aqui há de sofrer.

Então sua preocupação volta aos outros membros do grupo, ele não deixaria que suas palavras fossem em vão, lutaria por seu ideal, daria sua vida por isso.

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kamui

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Mesmo depois de toda batalha, estava realmente na cara que após subjugar a fera seus instintos estavam mais apurados, sua espada estava mais desenvolta embora ele começasse a suar, talvez suas origens elficas passassem esta condição e uma certa graciosidade,até aquele ponto a luta estava empatada ele sentia que faltava pouco, bem pouco, estava no Limiar de algo ele podia sentir como se estivese entrando em contato com ele mesmo,se fundindo ou descobrindo algo há muito perdido.
Sentiu Arthuria se afastando, ele sentia a guerreira bem mais perto que antes, podia saber quando ela estava satisfeita, e aparentemente este era um desses momentos, entendeu mais sobre ela nesta luta do que em horas de conversa, sua respiração, seu cheiro, seu toque, a forma sem exitar com que se dava ao combate, e ao mesmo tempo como limitava seus movimentos depois de um tempo, esperando a hora certa, isso dizia muito sobre ela...
Ao sentir o toque de Christopher acordou de seus devaneios...


-Sabia que vc ia ser mais util conosco e vivo do que sózinho e morto, Devolveu o sorriso torto para cristopher, como uma piada entre amigos.

Estava aprendendo também a  a superar limites, e até barreiras psicologicas, saber como entender cada pessoa de formas diferentes, não apenas lendo suas mentes mas lendo a pessoa como um todo, ler suas intensões. Suas  provações como guerreiro e ser mais forte do mundo estava apenas começando.

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Yami~

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- Então...

*Não sabia se considerava as palavras daquele ser um insulto a ela, pelo jeito que soltava suas palavras era claro que tinha uma cultura rudimentar, ela até poderia deixar passar mas será que suas palavras e respostas afiadas não cairiam como insultos naquele ser? As palavras normais da elfa já haviam a irritado. Se abaixa, ficando agachada e passa o dedo no rastro negro deixado pela pantera que a minotaura carregava.*

-...quer dizer que eu posso colocar fogo nesse rastro que não vou acabar com uma picanha chamuscada?
“- Fonte do poder da vida; Elementos primordiais da natureza;”
*Exatamente quando falava no tipo de carne apontava o dedo indicador para a minotaura, ao final de suas palavras um brilho incandescente surgia em seus olhos e uma pequena fagulha pouco mais à frente de seu indicador, mas ela mesma cortou sua invocação pela metade a fagulha era mais pra assustar o ser, caso ele soubesse do que aquele rastro era feito e o que aconteceria se fosse ateado fogo a ele.

- Eu poderia arriscar, no entanto creio que temos o mesmo objetivo.


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Meister Aoro

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Arkarina Kellers

Koesharo Oakfire

Kirin Arkantus

Valandil Tinehtelë

Arthuria Behemont

Christopher Rhapsody

Iliyarashki - Rashi

Thalia


Thaliapode ver que a elfa era capaz de conjurar magia, as chamas que surgiram nas pontas dos dedos da individuo foram um sinal claro de imposição de respeito: uma declaração de superioridade, o que para ela era claramente um desafio. Rashi podia ver os segundos passando lentamente, mas em vez de uma reação da Minotaura, outra reação aconteceu.

Uma explosão de terra, chamas e metal emergiu de baixo da Minotaura. Thalia foi jogada no ar por uma explosão surpresa, das chamas e terra emergiu uma gigantesca coluna de ferro fundido, não exatamente uma coluna, mas um punho de ferro fundido e incandescente. Thalia foi jogada com força contra uma parede encoberta pela relva que logo se desmoronou sobre ela [ Dano Surpresa:  12 ]. Rashi podia ver o ser gigante que se erguia da terra.

Eram chamas, terra e metal... Era o terror das eras antigas, materializado diante dela, uma lembrança dos tempos de guerra entre anões e elfos: um Colosso de ferro Fundido. A criatura tinha quase 15 metros de altura, com punhos enormes estavam bem abertos e no punho esquerdo havia uma garota de pé sobre o mesmo.

Rashi a reconheceu na mesma hora, a pele pálida com olhos cinzentos e sem brilho, longos cabelos negros que chegavam até o chão e as vestes de uma pequena princesa, mas esfarrapadas e chamuscadas pelo fogo e pelo tempo. Ali estava uma elfa que a muito acreditava ser uma lenda, contada por Roben: Aquela era ninguém menos que Ferellaciel - Princesa da Forja,a elfa que traira seu povo para usar o mesmo poder bélico dos anões contra os proprios anões.


No acampamento, Christopher, Arthuria e Valandill sentiram a explosão chegar até eles e ao olharem na direção da coluna de chamas e poeira que se erguia nos céus emergiu aquele ser gigantesco de Ferro incandescente. Ali estava o colosso dos Anões: Gigante da Fornalha. Arkarina estava chocada em ver aquele monstro e OakFire podia ver em sua mente os tempos de glória bélica dos anões refletidos naquele monstro!


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Gigante da Fornalha - F 8 H 2 R 5 A 5 Pdf 0 50/50

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