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3ª Crônica de Val.Handras: Destinos Reescritos.

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Meister Aoro

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A noite se foi em alguns lugares do mundo, mas naquelas terras sombrias a escuridão sempre seria eterna, mesmo com o sol sobre as nunves, a visão de Nocturnia era como um preto e branco com detalhes em vermelho escuro. As cores eram desbotadas....


A deus sorriu, suas vestes voltando ao seu corpo lentamente em um deslizar sensual e acariciou gentilmente seu ventre. Logo atrás o imenso dragão negro apenas a observava silêncioso por vários minutos durante todo o processo de se vestir da deusa.

[ Pandora ] - Tenha um bom reinado, meu amor...

Dito isso ela desapareceu e o Dragão voltou a deitar-se em seu sono.

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Meister Aoro

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Arkarina Kellers

Arthuria Behemont

Christopher Rhapsody

Iliyarashki - Rashi

Thalia

Valandil - Chamas do Pecador


Arkarina estava de pé diante a mesa, a qual no passado comandante daquele lugar regia, tendo sobre a mesma uma maçã já parcialmente comida por ela e o diário de Shion aberto com algumas paginas soltas. Sas vestes haviam sido trocadas e um banho já tomado, estando bem descansada e disposta a seguir com sua missão. Em sua citnura estava sua mais nova espada, laminada por OakFire e encantada da impureza das trevas por Chrystopher. A espada de lâmina longa era leve, podia segurar com uma mão sem problema, seu fio fora bem afiado e encantado com o poder da noite. Foi com grande revelação que, ao termino da reforja da arma, a mesma renascera revelando sua verdadeira natureza: o nome da espada era NightSend, Mensageira da Noite. Chegava a lhe dar um arrepio pensar naquele nome, mas não tanto quanto ter descobrido que era capaz agora de conjurar duas novas magias sombrias: DrainLife (Vampirismo) e SumonnerHell (Conjuração das Trevas). Sua atenção no entando estava no diário. A pagina atual aberta revelava um castelo, envolto em chamas e magmar, com um desenho que aparentava uma serpente amarrada por várias correntes. Mas o que lhe deixava mais intrigada e ao mesmo tempo temerosa e feliz era o simbolo que tinha no portão do castelo daquela imagem: o brasão de um dragão tentando se devorar em um circulo. O emblema de Aragon!

Arthuria finalmente havia terminado de se preparar, como um bom soldado Behemont ela limpou sua armadura danificada, troucou de vestes, queimando o vestido danificado e agora vestindo um negro com detalhes em rubro, em sua cintura a sua nova arma, restaurada por OakFire: AçoPuro agora tinha um novo nome Burnning Stell, Aço Ardente. A lâmina foi restaurada e afiada e ao ser fortalecida por Chrystopher a mesma revelou um poder elemental das chamas, sua lâmina clara se tornava vermelha e ardia ao toque, corte e fogo em aço puro. E com sua nova arma, uma nova habilidade despertara nela, um poder capaz de energizar sua vida e continuar a lutar por mais tempo. Naquele momento Arkarina estava com o diário de Shion aberto sobre a mesa, parecia compenetrada em obter um rumo para a proxima jornada contra os sete pecados. No outro comodo estava Valandil em sua forma humana, agora trajando vestes novas em tom escarlate e cinza, tendo a Lâmina Profana em sua cintura. Na verdade ex lamina profana, pois a mesma renasceu com um novo nome: DragonThorn, Espinho de Dragão, também com propriedades flamejantes. Mas do outro lado, na entrada do lugar estava Rashi...

Rashi observa o nascer do sol em silêncio, trocada de vestes para poder partir em viagem, os mantimentos foram repostos com a ajuda de Thalia a Minotaura e até mesmo para sua surpresa recebeu partes da armadura de Arthuria. Uma ombreira esquerda e a segunda capa protetora de cintura e pernas. Não era bem seu estilo de gladiadora, mas lhe dava um ar ainda mais combativo, sua lança havia sido afiada e calibrada, embora esta arma não fosse exatamente sua. Arkarina estava no fundo do lugar, era possivel ver ela lendo o diário de Shion que continha muits segredos para combater as trevas do mundo, Arthuria estava meio caminho delas, já em sua melhor condição e até Valandil parecia bem melhor em contra partida do dia anterio que quase morrera. Do lad de fora do lugar el podia ver OakFire e Chrystopher conversando acerca dos caminhos que tinham pela frente e os perigos que os esperavam, uma vez que teriam que seguir rumo pelas terras dos Orcs para um destino desconhecido. Naquele instante Thalia voltava do matagal, trazedo um grande javali morto e com um sorriso de triunfo nos lábios.

Thalia voltara ao acampamento após uma grande caçada para o café da manha e o reforço dos mantimentos deles. Em breve seguiriam ao encontro de uma presa extremamente poderosa: Os pecados mortais de Pandora a deusa da Noite. Ela, uma guerreira, não podia deixar isto passar em branco, sua força seria provada nesta batalha e com certeza ela seria o punho forte de Titania no mundo. Ao colocar o javali no chão ela acabou ficando bem proxima de Chrystopher, que junto com OakFire conseguiram melhorar a lâmina de sua arma, agora seu machado era chamado de TitanHound, Cão de Caçã Titã. O que realçava ainda mais a força dela. os dois tinahm uma ideia do caminho a seguir e parecia que teriam que lutar contra Orcs e outros sers selvagens dquele lugar.

Chrystopher conversava com OakFire, estava satisfeito pois nunca em sua vida tinha acontecido algo daquele tipo, encontradaum grupo forte e determinado, ligados por uma missão mundial. seu poder aflorou na forja e ele foi capaz de restaurar a vida das armas de seus companheiros. Arkarina recebeu a NightSend, Mensageira da Noite, com o poder das trevas de sua utilizadora. Arthuria recebeu a BurnningSteel, Ao Ardente. Valandil recebeu a DragonThorn, Espinho de Dragão e Thalia recebeu a TitanHound. Durante a forja seu poder de purificação foi elevado ao máximo, despertando com isso dua snovas magias: Cura Superior, capaz de curar todos os ferimentos de um alvo e Restauração Superior, capaz de purificar e restaurar algo a sua forma original ligada aos 6 elementos do Mundo de Val.Handras. Eram magias poderosas de sua familia, embora as mesmas tenham sido desvirtuadas no passar dos tempos, OakFire tinha uma rota para o reino anão pelo subterrâneo, tuneis que ligavam a cidadela destruida o combate da noite anterior com o reino de Jothurgard, mas os perigos ali eram iguais ao da superficie. Thalia havia acabado de chegar perto dele. Na porta do lugar estava Rashi e no interior da casa estava Arthuria, Valandil e Arkarina.

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Pem Bymy

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Arkarina quase se afogou com o pedaço de maçã que descia por sua garganta. Naquele momento ela se esqueceu de todo o resto, de sua espada e suas novas magias, quase mesmo de sua missão por um breve segundo. Agarrou o diário com rapidez e o trouxe para perto de si, quase colando os olhos naquela imagem, a qual havia buscado por tanto tempo. 

"Não pode ser..." - pensou tentando se acalmar. Ela havia passado tanto tempo com Shion e tantas vezes lhe falado sobre o caso do idoso que aparecera em sua porta. E aquele velho maldito e descarado nunca havia dado atenção. Agora, aparecia bem à sua frente aquele símbolo que Aragon carregava no peito. 
Até hoje, Arkarina não entendia o real motivo daquela visita, nem mesmo o porquê de se prender tanto a ele. Era apenas algo que ela sentia que era importante, algo que fazia seu pulso acelerar e seus pelos se arrepiarem o tempo todo só de pensar. 

Foi então que ela olhou em volta, para os outros que estavam ali. Ela não poderia se esquecer de seu objetivo e dos outros. Não havia garantias que Aragon ou aquele castelo tivessem alguma relação com a missão ou sequer estivesse no caminho deles. A tentação era grande de se desviar de tudo e correr até lá. Sem perceber, Arkarina começou a tremer, cheia de ansiedade. Precisava revê-lo. Precisava saber. Mas não podia sair de seu curso.

Ela respirou fundo, tentando se acalmar. Começou a olhar com mais atenção as páginas próximas, procurando se havia algo escrito que indicasse um caminho a seguir até aquele castelo e, principalmente, se tivesse sorte, que fosse o caminho a seguir para continuar com a missão.


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kamui

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Sua mente vagava entre aqui e a batalha do dia anterior, tudo ainda estava confuso de como tinha acontecido, estavam todos no campo de batalha, estava tudo preparado, sabia o que tinha que fazer... Foi quando realmente viu a criatura e seus olhares se cruzaram por um breve momento, pode sentir a satisfação da criatura, naquele instante toda sua vida passou por seus olhos mas era estranho ele via como se fosse um espectador, como se outra pessoa estivesse vendo e vigiando, algo foi sussurrado e ele não teve tempo de entender pois seu corpo estava voando para longe por uma explosão, não sabia por que tinha acontecido ou o que tinha acontecido, mas algo dentro dele tinha ressonado com a criatura. Ele ouvira em silencio o que todos conversavam, tinha ficado grato por terem lhe ajudado, realmente será que agora tinha amigos, e se tinha ele tinha deixado eles na mão de novo... Mas por que isso tinha acontecido...

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Alicia Han

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Arthuria tirou sua espada da bainha, inspecionou ela com cuidado: Burnning Steel. Aço Ardente.

Guardando a espada ela volta a tenção para seu novo grupo de campanha. Cada um tinha uma peculiaridade singular, única, distinta em combate, eram um grupo bem balanceado também, embora ainda não tão entrosado quanto um esquadrão Behemont. Devagar ela segueem direção a lider do grupo, Arkarina e nota uma certa ansiedade na lider, já que a mesma tinha como decifrar aquele estranho diário que regia o grupo, pela forma com que olhava fiamente e bem proximo para uma pagina, parecia que tinha encontrado algo alarmante.

- Arkarina... Encontrou alguma pista do que vamos encontrar no nosso destino? Ainda me intriga esta capacidade de videncia de Shion Asa Remendada... Tudo que fizemos estava destinado nestas páginas, como se ele soubesse o que aconteceria hoje nos tempos atuais...

Ela para em frente a sua mesa, olhando para a companheira, mantendo os braços cruzados e o semblante sério.

- 3 Pecados escaparam e 1 foi abatido, uma virtude encontrada... A algo mais que devemos saber?


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kamui

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3 Pecados ela Dizia, 1 virtude, qual eram as virtudes dela, as virtudes de cada um, como podia conceber não se conhecer não poder confiar em si mesmo, acabara de superar seus medos e agora isso, viver realmente tinha se tornado dificil, sentia falta de ter orientações...
Algo dentro dele se mexeu inquieto, e no fundo de sua alma chamas do pecador acordava novamente, as brechas e as duvidas o traziam a tona sempre.

- Parece que o garotinho não consegue viver longe da saia da mãe?
A lembrança de sua mãe fez seus olhos marejarem, como ela gostava de comer, ter pequenos momentos de prazer," - Meu Eär, o pecado não é a falta de virtude mas sim o excesso delas.". Ela costumava dizer enquanto corriam e brincavam em busca de morangos silvestres, ela os adorava. Como contrastava com seus labios e cabelos vermelhos vivos... como as vezes escorria-lhe pelo queixo o suco vermelho vivo.era como se fosse sangue... A imagem de sua mãe semimorta em seus braços retorna, o sangue, a sensação das mãos sujas de sangue a fumaça a dor....
-Isso mesmo garoto, ela se foi e você esta sozinho, sem ninguém, apenas eu estou aqui e nada mais te resta.  
Era duro perceber o quão fraco ainda era, tinha vontade de se entregar, de deixar tudo como estava, de fugir, nada mais daquilo lhe fazia sentido.
Olhou em volta todos prestavam atenção em Arkarina e Arthuria, ainda bem, pois talvez se o vissem daquela forma seria ainda pior, ele se sentia fraco, mas tinha que ser forte... parecia irônico... Mas era o certo

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Marinah

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Thalia olha para Chrystopher e Oak e comenta, com um largo sorriso na face.

- Thalia saber caminhos muito bem crueis para viajar, assim caçar monstros ainda amis fortes pra fortalecer a gente!

Ela não tinha noção de perigo e logo foi até Arthuria e Arkarina, ela passapor Rashi e sorri desafiadora, ainda adoraria lutar com aquela meio elfa ligada a Gula.

- Thalia não esquecer de você, Thalia lutar com você em arena para os fortes!

Ela ia até a cavaleira e a maga quando olhou para o menino dragão. Ela cruza os braços, solta um suspiro resignado e fala.

- Menino Dragão é mais fraco nesta forma, menino dragão deveria abandonar forma humana e viver como dragão...

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Pem Bymy

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Assim que Arthuria se aproximou, Arkarina ergueu os olhos, ainda meio aturdida com os pensamentos, percebendo aos poucos os questionamentos da guerreira.

- Hã? Ah... bem...

Percebendo que a soldado a encarava inquisitiva, Arkarina fechou o semblante rapidamente. Não era de seu feitio perder o controle na frente de outros. Inspirou lentamente e então respondeu

- Não sei bem se é uma pista concreta do nosso caminho. Mas com certeza é algo.

Ela colocou o livro à mesa, aberto na página com o castelo em chamas e o emblema do dragão

- Shion era um velho estranho. Nunca me falou nada de suas aventuras, mas também não creio que ele tenha poder de vidência. Acredito apenas que o que está acontecendo hoje deve ter acontecido na época em que ele era mais jovem e por isso está documentado.

Apontou para o símbolo do dragão tentando se engolir pela cauda, em um círculo.

- Já vi este símbolo uma vez, há muitos anos. Não sei o que significa, mas se está aqui pode ter alguma relação com tudo. Eu estava tentando encontrar alguma indicação do que é isso e se temos um caminho certo a seguir. 

Arkarina resolveu manter para seus reais sentimentos em relação ao símbolo e como o conhecera. De fato, aquilo não parecia relevante para a missão... se fosse... bom, isso ela descobriria.


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kamui

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Lembrou-se vagamente da voz que retomava sua atenção,ela era nova, aparentemente uma meia-minotaura, seu nome era Thalia, ela era a 3° integrante a se juntar ao grupo, ao que parece tinha a força de sua espécie mas a inteligência também... Recordou dela do dia anterior, enquanto acordava meio sonolento com ela o carregando no ombro, teria protestado, mas estava cansado demais para andar, exausto demais para debater ou descutir, se deixou levar... Mesmo as provocações que ela lhe fazia soavam de certa forma vazia, pois se sentia em débito, pois até ela tinha lutado e desempenhado um papel na batalha... enquanto ele nem mesmo um ataque, nem mesmo força de vontade para isso lhe sobrara...
Ele se sentia fraco...


- Menino Dragão é mais fraco nesta forma, menino dragão deveria abandonar forma humana e viver como dragão...

As palavras refletiam o que sentia, o que lá no fundo queria negar a si mesmo...

-Sabe que é verdade, já te falei, deixe-me assumir o controle, deixe-me reinar sobre o mundo !!!!

Seu peito doia e dava pontadas em um turbilhão de emoções, sua mãe, seu irmão,os companheiros,os pecados, o futuro.
Mal conseguia raciocinar quanto mais ouvir o que diziam, apenas um sentimento o tomava..: Culpa

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Vaskes

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Christopher ja estava recuperado, foi um tempo árduo, mas ficou feliz por conseguir encantar cada arma de seus novos companheiros, trazendo uma nova força para cada um deles, e para si mesmo, sua força de vontade, convicção e fé foram provadas nos ultimos dias, e assim ele conseguiu novas forças para não só combater, mas melhor do que isso, ajudar todos eles, assim ficaria menos dificil manter a promessa feita à Dama de Ferro.

Thalia passa por ele e OakFire com um comentário, ele apenas sorri de volta e caminha para dentro, onde a maioria estava, Arkarina, como sempre entretida com o diário, desta vez mais do que o usual, e não pôde deixar de notar certa "preocupação" vinda de Valandil, então ele se aproxima toca sem ombro, sorri e diz: - Obrigado, sabe... por ter me defendido quado fui atacado daquela vez... - Ele estava se referindo ao ataque da filha de Pandora. - Talvez eu não estivesse aqui se não fosse por isso. E não se preocupe, você é forte como é agora, como uma equipe somos melhores, cobrimos nossas fraquezas, afinal, não existe nada nesse mundo com força absoluta, nada que não possua uma fraqueza, apenas não deixe ser dominado por ela, não se deixe ser engolido pelas trevas nem por nada que lhe aflige, juntos somos mais fortes, em todos os sentidos. - Então continua caminhando até próximo à líder do grupo, rapido e próximo o suficiente para ouvir a conversa entre elas.

Um símbolo lhe chamara a atenção. - "Ouroboros...?!" - Sussurrou. - "O símbolo da imortalidade?! Mas o que isso significava de fato, aquele diário possuía segredos dificeis de se compreender." - Pensou quando ouviu as palavras de Arkarina.

- Bom... Se é algo, acredito que partiremos em breve, não é?

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Alicia Han

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A reação de Arkarina deixou uma ruga de preocupação na cabeça da soldado minorianah, não era comum ver aquela maga poderosa reagir assim tão afobada. Mas por conhecer ela tão pouco Arthuria achou por bem ignorar. Por hora.

- Entendo... Uruborus, se não me engano se trata de uma ideologia do infinito. Me lembro vagamente ensinamentos para soldados para combater uma guilda de cultistas do infinito. Eles cometiam canibalismo, sacrificios de virgens e outros meios para conseguir a imortalidade...


Ela olha para trás a fim de olhar melhor Chrystopher, ele estava bem. Voltando sua atenção para Arkarina continua.

- Não foi facil, exterminamos todos os cultistas do infinito, mas pelo visto seu mestre Shion tem mais coisas guardadas ai neste diário do que imaginamos. Se o que enfrentamos é um reflexo do passado, assim como a lendade Alvorada Dragão Dourado, etão estamos praticamente repetindo a historia: a patalha contra as trevas e o fim da era de escuridão. Pensando bem, nosso grupo esta praticamente similar ao que aconteceu no passado: humanos, elfos, mestiços... Dragão, lutando contra as trevas de Pandora.

A soldado para e cruza os braços pensando.

- Mas uma coisa me intriga... Ao contrário de Erebus Dragão Negro, Beatrice a Noiva Cadaver, a Naga da caverna... Não ouve intervenção no nosso combate contra a Gula, como se fosse para ela morrer em vez de se reunir com os outros pecados... E este seu emblema, aposto, que tem algo a ver com um pecado... Um pecado do passado.

Arthuria deu uma pausa para todos entenderem o que ela queria dizer.

- Um pecado imortal que não pode ser morto... não pode fazer presença na nova era se um outro pecado não der lugar para ele...


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Pem Bymy

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As palavras de Arthuria atingiram o peito de Arkarina como uma flecha envenenada, porém ela não demonstrou. Sua mente já estava trabalhando a mil por hora e ela estava extremamente relutante em aceitar que Aragon fizesse parte de uma espécie de seita assassina. Porém, aquelas constatações machucavam. 

Ela encarava a soldado seriamente, prestando atenção aos detalhes. Em alguns momentos balançava a cabeça, concordando e, em outros, voltava os olhos para o diário, procurando algo mais que ali houvesse. 

"Imortalidade.... - pensou - se for este mesmo o caso... então ele pode sim estar vivo!" 

Aquilo lhe deu um pouco mais de esperanças. Porém havia ainda a possibilidade de ele não estar mais de seu lado como pareceu um dia........

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Ela tinha apenas 7 anos. Lembrava-se muito bem. Estava brincando em um banco de areia para fora dos portões de sua casa, quando ele apareceu. Era um senhor de idade, aparentemente em torno dos 60 ou 70 anos e carregava um colar engraçado. Arkarina lembrava de rir do desenho: um dragão tentando comer o rabo! Que bobo! Ele então se aproximou e sentou em uma pedra ao lado da garotinha, com um sorriso meigo cheio de ruguinhas ao redor dos olhos.

- Olá, pequena! - ele começou - Como se chama? 
- Oi! - ela respondeu sorrindo - Sou Arkarina! O senhor quer brincar? 
- Claro! Meu nome é Aragon. O que está fazendo?
- Um castelo!

Ele sorriu enquanto olhava a menininha brincando. Olhou ao redor e pegou um graveto e umas folhas. Moldou-os em uma pequena bandeira e fincou no topo do castelo de areia.

- Arkarina... tão pequena ainda. Mas vai ser grande um dia! Você vai ver, tem muita coisa boa te esperando no futuro. Tem mais de um caminho para você escolher e, sabe? Pode ficar com todos!
- Sérioooooooooo?! Que legal!!!!

Os dois continuaram conversando  e brincando na areia por algumas horas. Em determinado momento, um dos guardas de seu pai apareceu por trás dela e a puxou para longe. Ela gritou de susto. Outros dois surgiram aos lados de Aragon e agarraram seus braços. Arkarina gritou e chorou. Por que estavam levando seu amigo? 
Mais tarde, ela levou uma bronca do pai pelo ocorrido. Disseram que ela não deveria dar atenção a pessoas desconhecidas, ainda mais por sua posição. Seu pai tinha muito dinheiro, poderiam ter usado ela para conseguir algo, ou então podiam machuca-la. Ela não acreditou nem por um segundo que Aragon fosse fazer algo. Mas simplesmente manteve a cabeça baixa enquanto ouvia o sermão de seu pai, indo para o quarto logo em seguida. 

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Depois daquele dia, Arkarina passou anos a procura de Aragon, sem sucesso. E, agora, quando finalmente tinha uma ínfima pista, ela levava exatamente às palavras do pai. Mas, não. Algo estava errado e ela teria que descobrir o que. E estava determinada a provar seu lado. Mas, por hora, tinha que focar no presente.

- Você pode ter razão! Se estamos enfrentando um inimigo imortal, teremos grandes problemas. Porém, ainda não sabemos para que lado seguir. Não achei nada além desta imagem, nenhum texto aqui parece revelar alguma direção. Há algumas palavras nas folhas próximas, mas ainda estou tentando decifrá-las. Assim que souber, poderemos partir.


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Meister Aoro

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Arkarina Kellers

Arthuria Behemont

Christopher Rhapsody

Iliyarashki - Rashi

Thalia

Valandil - Chamas do Pecador


Como que respondendo a suas preces, pela busca de uma direção,   uma pagina do diário logo após a imagem do dragao tinha a resposta.

Um mapa territorial descrevia de forma rudimentar o lugar: o forte que estavam era um ponto seguro entre jothurgard e minoriah. Seguindo para o oeste e usando a estrela Dhalitha eles atravessariam o vale de ossos e o pântano dos esquecidos. Seriam quase seis semanas a cavalo. Mas no caso deles se Valandil auxiliasse em vôo no maximo uma semana.

O grupo poderia ate partir naquela mesma manha. O caminho os levariam para as fronteiras de Jothugard. O mapa nao tinha muitod detalhes. Mas pelos desenhos rabiscados de Shion eles tinham uma base do que enfrentar. Orcs e Vormes

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Alicia Han

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Arthuria achou por bem deixar aquil de lado e voltou sua atenção para o resto do grupo, principalmente para Rashi. Caminhando na direção da meio elfa gladiadora, a soldado murmura


- Algo a incomoda, Rashi? Algo que aquela vampira comentou para você...

Arthuria para ao lado dela e fica olhando as florestas ao longe.

- Sua fama nas arenas é de alguem intocável por sentimentos estranhos... Uma lenda nas arenas, assim como sou uma lenda nos campos de batalha.


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Yami~

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*O tempo que passou calada realmente fora incomum, a mestiça pensava mais em seu futuro e ter coragem em o que deveria fazer, apesar disso nunca tê-la faltado, mas desa vez era um pouco diferente. As palavras da gula ainda estavam em sua cabeça assim como a visão que teve quando estava frente à ela. Mas ainda necessitaria um bom tempo de viagem até a cidade de sua arena, o que provavelmente tiraria de rota o objetivo do grupo. Ouviu as palavras de Thalia sobre a arena, não respondeu, apenas formou um pequeno sorriso no canto dos lábios, o que poderia significar como um desafio aceito pela mestiça e em seguida quem vinha falar com ela era Arthuria, achou incrivel o fato dela se lembrar disso, ou mesmo perceber já que estava em combate com o golen, e quase acabou morrendo ainda.*

- Não é nada que não se possa ser resolvido, alias estou indo resolver isso, ou parte disso...

*Rashi olha com cuidado o mapa que tinham para guardar na memória o lugar aonde deveriam seguir e em seguida pede uma certa atenção do grupo*

- Bem, como eu disse ontem, irei voltar pra minha cidade, eu tenho que passar por lá, mas irei seguir para o destino de vocês depois, creio que estarei algumas semanas atrás no entanto.

*Terminando de falar ela prepara suas coisas para começar o trajeto até sua cidade.


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Pem Bymy

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Arkarina não sabia se estava feliz por ter achado a resposta tão cedo. Porém, antes que pudesse falar qualquer coisa, Arthuria se dirigiu para Rashi e esta disse que não os acompanharia. A conjuradora ficou observando por um tempo, enfim balançou a cabeça.

- Como preferir, Rashi. Infelizmente não contaremos com sua ajuda por enquanto, mas espero que encontre as respostas que procura!

Após todos observarem o mapa, Arkarina guardou o diário e então se dirigiu ao colega mestiço.

- Então, Valandil. Acha que pode nos auxiliar nesta viagem? Será muito mais rápido pelo ar.


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Alicia Han

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- Não é nada que não se possa ser resolvido, alias estou indo resolver isso, ou parte disso.. Bem, como eu disse ontem, irei voltar pra minha cidade, eu tenho que passar por lá, mas irei seguir para o destino de vocês depois, creio que estarei algumas semanas atrás no entanto.

As palavras de Rashi não tiraram a suspeita dela. Realmente algo havia mudado dentro daquela gladiadora. Fechando os olhos por um momento Arthuria pensou nela mesma. A batalha a mudou tanto que nãose via mais em uma vida comum: casar, ter filhos, viver uma vida em uma fazendinha qualquer com um cachorro a seguir seus passos enquanto cuida dos afazeres de casa com os filhos brincando em algum lugar da horta com o pai...

Reabrindo os olhos para a realidade, olhos de uma guerreira que já havia se conformado com a vida de uma Behemont: Nascer para lutar, morrer lutando. Fechando o punho e o golpeando no peito em sinal de saudação militar, ela comenta para Rashi.

- Que seus caminhos lhe dirijam a vitória, seja qual batalha for, e que o destino das guerras e dos combates lhe garantam uma chance para nos reunir novamente em batalha. Rashi... GLadiadora de Minoriah, eu... Arthuria Behemont, a considero uma igual e com o voto das armas lhe dou um titulo: Rashi Behemont - Lança da Alvorada.

Arthuria se curva em respeito e olha para o grupo. Ela fizera uma nomeação, somente um Behemont pode nomear outro Behemont e somente após uma batalha de grande perigo. Para ela, a donzela de ferro, a mestiça já não era mais mestiça, era uma pura Behemont.


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kamui

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Valandil, ouvia em silencio toda aquela agitação, e pensou que todos tinham, querendo ou não, um lar para voltar, um lugar para reabastecer, um lugar de honrarias, ou até mesmo um lugar para morrer, se este fosse o caso. E foi ali naquele momento que ele compreendeu algo, Sozinho, onde quer que fosse, com quem estivesse estaria sozinho, não poderia tirar forças de nada nem de ninguém a força tinha que vir de si mesmo, do que ele valorizava, do que seria importante ... " Seja o mais forte filho"...  Com estas palavras em mente sentiu como se tivesse achado a resposta para uma pergunta muito antiga, uma pergunta compartilhada pelo pecado e pelo pecador.
-Se fosse possivel Arkarina gostaria de ajudar a todos e a cada um em sua própria viagem, assim cobrirão mais espaço em menos tempo e assim voltaram mais rápido,e poderemos definitivamente chutar algumas bundas pecadoras o que acham:?

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Meister Aoro

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Arkarina Kellers

Arthuria Behemont

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Thalia

Valandil - Chamas do Pecador


Foi com um clima de promessas para reencontro que o grupo começou a se separar. Oakfire assumiu o posto de vigia daquele lugar, uma vez que sua missao ainda não havia sido concluida, ele iria verificar toda aquela construção e os destroços do gigante de ferro para entender como uma Relíquia Enferrujada como aquela conseguiu ser reativada com tanta força assim.

Lentamente Valandil assumiu a forma de Chamas do Pecador, mesmo naquela forma as cicatrizes da batalha ainda permaneciam em suas escamas, para mostrar do que exatamente ele sobrevivera. Suas asas se abriram preguiçosamente até estarem devidamente preenchidas de sangue e vida para poderem se agitar e levantar vôo. Arkarina, por ter o mapa foi sentada no pescoço dele, mais proxima de sua cabçea para poder dar as instruções de rota. Naturalmente logo atrás dela estava Chrystopher, uma vez como conjurador da cura seria bom estar em boa posição para uma possivel necessidade de conjuração de proteção ou cura. Thalia estava agarrada a para dianteira esquerda de Valandil, ostentando seu machado e puro deleite pra voar, na oura pata estava devidamente posicionada Arthuria. Com um pouco de impulso das asas logo Valandil estava erguendo vôo. O grupo via a fortaleza da noite anterior ficar menor e mais distante, se misturando coma floresta até parecer uma mera quantidade de rocha em meio a um vale selvagem. Arkarina pode ver uma ultima vez a face de Rashi antes desta mesma sumir em uma corrida silenciosa pela floresta, digna de uma meio elfa, juntamente com Kirin.

Os céus estavam limpos, o veto embora forte trazia o cheiro da relva semi umida da manha. Os passaros voavam perto deles, como se a presença de um dragão nos seus habitat não lhe incomodavam. Isso era estranho e suspeito, uma vez que a presença de Dragões indicavam tormenta e destruição. No ar Arkarina pode ter uma noção melhor do mapa, naquela velocidade eles estariam atravessando uma área sul de Urok Turok, conhecida também como reino selvagem ou Nação Orcruniana, Orcs sempre foram selvagens e crueis, até mesmo os que andavam com grupos de aventureiros pelo mundo eram barbáros sem coração, sedents por ebida, guerra e muita carne e carnificina. O diário em sua mão com o simbolo do infinito de Aragon, ainda lhe fazia o coração apertar, foleando cuidadosamente ela encontra uma escrita daquela situação: " Asas Douradas, como somos chamados, chega a ser engraçado demais, temos muitos mestiços nos ajudando, mas nenhum deles entrará para a historia, eu não permitirei isso, mas ... Realmente terei que privar seu nome da lista de heróis. O imortal, também conhecido como Corpo Fechado... Ele é fundamental a nossa luta contra Pandora, mas... Ele faz parte dela, sua imortalidade divina, cedo ou tarde ela o reinvidicará como um novo pecado, prefiro perder um amigo a perder esta guerra. Por isso na noite do eclipse irei trancar seu corpo e separar sua alma, mas o proximo eclipse eu não estarei aqui para dete-lo quando a alma e o corpo se unir novamente."

Haveria um eclipse em 2 meses!

Iliyarashki - Rashi



A despedida foi cheia de promessas de reunião. Embora Valandil ofertasse para leva-la até Minoriah, era coisa insensata a se fazer, afinal se um mestiço já sofria preconceito, imagine um dragão? Logo o grupo partiu de viagem, deixando para trás ela e Kirin. O lupineo apenas fungou, era claro que ele achava que o que ela ia fazer na capital era perda de tempo, mas nada disse, simplesmente assumiu a forma de lobo gigante e aguardou que ela subisse em suas costas. Os dois correram lado a lado por um tempo até perderem de vista os amigos deixados para a missão. Não tardou para ela estar montada em Kirin, o lupineo era rapido e forte, logo não parava por nada, correndo desenfreado pela floresta, deixando um rastro quase imperceptivel na mapa. Foram algumas horas de corrida sem parar, até que finalmente por volta do meio dia eles pararam.

Rashi desceu das costas de Kirin, este fez um fungar de lobo irritado, lambeu a face dela em demostração estranha de boa sorte bem babado e deu-lhe as costas, partindo de volta a floresta. Ela estaria sozinha daquele momento em diante. A mapa fechada e opressora do reino esquecido era incomoda, não haviam elfos naquele lugar, a muito temo se foram para as terras de Valanar. As palavras, no entanto, da vampira ainda ecoavam em sua mente, o sorriso na face daquela que fora a culpada por ser o que é hoje lhe incomodava. Mas haviam misterios ainda maiores. Mas era hora de ela retomar sua jornada solitária.

emesis WillField


A batalha não estava a seu favor, sua sflechas estavam acabando e a quantidade de Orcs e Ogros que ele haviam abatido em nada diminuira o poder ofensivo do seu inimigo. Uma coisa era ele patrulhar e proteger aquela vila dos monstros, outra coisa totalmente diferente era ele ter que lutar contra um bando de Orcs liderados por um humano corrupto que queria oprimirar as vilas e tomar o poder e montar um novo reinado. Havia sdio chamado por um velho amigo para uma missão, mas não esperava que fose obrigado a ter que lutar tanto assim, era além de uma missão para patrulheiro como ele.

Respirando fundo ele puxa seu arco e abate mais um Orc, foram necessários 3 a 4 flechas por inimigo, logo ele teria que recuar parapoder se suprir de munição novamente. 7 dias já se passaram deste que recebera por um pombo correio a chamada de seu amigo. Um som logo atrás dele chamou sua atençã. Graças a sua experiência ele sabia que era: Roberta - Patrulheira de Luthering.

Roberta: - Sério mesmo... Já to farta desta onda de ataques Orcs. Como aquele cretino conseguiu tanto serviçal assim?

Roberta era uma patrulheira também, mas ao contrário dele, ela era uma patrulheira de cidade. Não gostava da floresta,ao contrario dele que preferia a floresta.

Roberta: - Aragon... Ele vai ter que pagar mais por isso.

Aragon, também conhecido como o espada do infinito, era um velho amigo deles e era responsável por aquela missão. Como ele disse na carta: "Do céu virá ua ajuda tenebrosa e poderosa, não um mas um grupo, as asas douradas do passado irão se agitar em novas asas, trazendo com isso a presença de um inimigo muito mais poderoso e imortal: Hyperion! O Serpente Imortal. Protejam esta cidade com eles custe o que custar até que o sol volte a brilhar.

Em 2 meses haveria um eclipse.


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Alicia Han

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[i]Ver Rashi ir embora fez com que Arthuria se lembrasse de muitos soldados Behemonts que se despediram e nunca mais voltaram. Esta era a realidade deles naqueles tempos que guerra contra os deuses. Ela fechou os olhos enquanto Valandil erguia voo e fez uma prece ao deus da batalha para que a lança de Rashi fosse mantida sempre erguida para a batalha.

Algum tempo de vôo depois ela olha para a paisagem e grita para Arkarina poder ouvi-la.

- Exatamente tem alguma pista do que devemos observar?


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Pem Bymy

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Arkarina observava o local abaixo e agradecia por estarem no ar. Seria extremamente perigoso ir por terra e topar com um grupo de ogros. Com tranquilidade, porém ainda ansiosa pelo que estava - ou não - por vir, ela encontrou tempo para continuar folheando o diário.

Aquele trecho claramente falava de alguém importante, porém não citava o nome que ela queria. Estaria falando de Aragon? Se fosse, então ele estava mesmo do lado dos Asas Douradas e isso era um alívio para a conjuradora. Porém, se tudo fosse verdade, ainda teriam que tomar cuidado para encontra-lo e... talvez salva-lo?

Ela balançou a cabeça. Estava ficando esperançosa e ansiosa demais. Aquilo não era bom. Foi quando ouviu Arthuria gritar. Voltou as páginas do diário para o mapa, então olhou novamente para a paisagem. 

- Um castelo, eu acho! - gritou por cima do ruído do vento - Mas não sei dizer se é um inteiro ou em ruínas!


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Adeus, chefinho. Beijos gelados, não me liga.
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Shirou

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Nemesis não gostou de lembrar da passagem que Aragon lhe dissera, mas mesmo assim continuou focado puxando mais uma vez seu arco e disparando contra o Orc. Roberta estava certa, como é que aquele cara vinha conseguindo tantos Orcs? Não era normal assim.

- Até parece que ele esta conjurando este caras com magia e não como recrutamento!

Ele olha para Roberta e continua a falar.

- Vamos recuar por hora, não quero ficar sem flechas e cercado por uma pilha de Orcs sanguinários que surgem de lugar nenhum....

Ele começa a correr, esperando ser seguido pela garota. Seja lá que ajuda viria do céu, esperava que fosse capaz de deter o eclipse que estava por vir. Eclipse nunca foi uma coisa boa.

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Vaskes

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Christopher se impressionara com a transformação de seu companheiro de viagem, por mais vezes que visse isso, sempre era interessante ver um dragão, pleo menos um que não quisesse matá-lo. Durante a viagem ele notava as cicatrizes da batalha, sabia que tinha feito seu máximo para curar seu amigo, mas ainda assim não estava sendo suficiente, ele sentia raiva de sua impotência diante de um perigo maior, após alguns minutos ele demonstrou que estava atento à conversa entre Arkarina e Arthuria, não podia deixar de olhar para ambas enquanto conversavam, a Dama de ferro havia feito a pergunta que Christopher teria feito, a resposta o fez tentar observar o "mapa vivo" abaixo deles, se era um castelo, ou uma ruína de um, ele procuraria por isso, com os olhos atentos ali ficou, se segurava com mais firmeza para não cair.

- Hummm... Um castelo?!... Vejamos.... - Sussurrava consigo mesmo.

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Yami~

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*Realmente não era muito bom se separar do grupo naquele momento, e não pensava mesmo que os outros entenderiam o modo de como ela pensava, ou ainda o que estaria em sua mente, olhando a todos, apesar das aparências, ela era a que tinha mais tempo de vida. Se despedia do seu companheiro de viagens, por hora, sabia que iria voltar, na verdade precisava se reunir novamente com o grupo, mas isso ficaria para algum tempo posterior, agora só pensava mesmo em chegar até Minoriah, Astharkón estaria com certeza inquieto com o desaparecimento de sua gladiadora depois de tanto tempo.

Estranhamente sua lança não estava em punho mas sim presa por uma alça às suas costas, a mestiça tinha muitas coisas a mudar ao seu respeito desde que tudo havia acontecido, obviamente se pudesse escolher gostaria de retirar "sua parte elfa" mesmo que significasse sua morte pela idade acumulada além da humana, mas ainda tinha muitas coisas que gostaria de fazer em sua atual vida, ou no caso o que não chegou a fazer por causa de sua condição atual, e isso sim estava para mudar.

Enquanto andava pela mata, seu pensamento estava em como conversar com seu dono, ou o que lhe garantir para que pudesse finalmente fazer o que desejava, por vezes por vezes que passava as mãos arrumando seus longos cabelos ficava um tanto mais irritada, aquelas formas que não eram de um humano, e não chegavam a ser de um elfo, suas orelhas meio pontudas, maiores do que as dos humanos e menores dos que as dos elfos, parecia estar ficando com um certo preconceito ao que ela representava, mas não seu despeito aos elfos apenas aumentava...o encontro com a vampira tinha tido muito mais efeito nela do que nos outros, isso tinha total certeza.*


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Meister Aoro

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Arkarina Kellers

Arthuria Behemont

Christopher Rhapsody

Thalia

Valandil - Chamas do Pecador


A resposta para a pergunta do grupo veio de uma forma nada agradável. Eles finalmente atravessaram uma longa floresta negra e alguns pântanos, para assim dar de encontro com uma grande montanha. Eram as Cordilheiras de Turok, que serviam de divisa entre Jothurgard e Urok Turok. A floresta se alastrava por toda a encosta do lugar e logo eles avistam uma fortaleza gigantesca encrustada na rocha. Imensas torres de rocha e metal ladeavam uma fortaleza enferrujada pelo tempo, parcialmente devorada pela floresta selvagem, mas ainda sim movimentada, havia vida, havia habitantes no lugar, mas o que os recebeu não foi uma salva de bem vindos.

Foi uma salva de ataques de grifos: 4 deles para ser mais precisos. Eram Grifos Laminados, a espécie mais perigosa de grifo, uma vez que suas garras, bico e penas eram afiados como lâminas! As criaturas estavam atacando a cidadela, mas ao verem o Dragão se aproximando logo mudaram o alvo. Grifos Laminados e Dragões são inimigos declarados desde s tempos remotos, uma vez que dragões adoram coisas brilhantes e valiosas. E os Grifos laminados são em seu interior feitos com veias de prata, coração de rubi e olhos de diamante. Um tesouro ambulante! O ataque foi impreciso, mas não o bastante para deixá-los ilesos. Um rasgo largo das asas de um dos Grifos acertou Chamas do Pecador no dorso. Seriam necessários todos fazerem um teste de força para não caírem!

Iliyarashki - Rashi


A jornada solitária de Rashi seguiu por dias. Dias solitários, regados por uma melancolia crescente, uma inquieação sem igual e acima de tudo por pensamentos negativos. No sétimo dia, já com os mantimentos se esgotando, ela se depara com um vilarejo destruído. O lugar havia sido abandonado a um bom tempo, uma vez que haviam ossadas de pessoas por vários lugares em posição de fuga ou de clemencia. Pela quantidade de flechas e destruição, além da absurda quantidade de danos por incêndio, podia se presumir um ataque bem sucedido de Orcs. Ela já lutara com muitos Orcs e com certeza eram duros na queda. Mas algo havia de errado ali. Um cheiro almiscarado familiar.

Um cheiro que lhe causou arrepio e uma lembrança da arena: Um corpo gigante e negro, com pelos lustrosos, presas umidecidas por uma saliva ardente, olhos que a encararam com uma fome sem igual, um parde caudas longas com lâminas nas pontas e um ronronar feino que ao mesmo tepo era assombroso e convidativo.

Não demora para o ser de suas lembranças aparecer vindo de uma esquina destruida. Uma Pantera do Sangue Ardente. Uma fera similar a uma Pantera comum, mas três vezes maior, com duas caudas e que salivava um óleo queimante capaz de derreter escudos, carnes e ossos em segundo. Mas sobre a fera uma garota em vestes esfarrapadas de barbaro. pele esverdeada, cabelos vermelhos como sangue e olhos dourados escuros. Mas magra como uma criança comum. Uma mestiça de humano e Orc. A garota olha para Rashi e fecha a cara com raiva.

- .......


Nemesis WillField


O retorno para a cidade foi tranquilo, sem incidentes. Roberta explicou os ultimos acontecimentos do mundo civilizado que, embora não fosse de seu interesse, podiam afetar sua vida: Uma onda de rebeliões esta acontecendo e Minoriah e não falta muito para o lugar dar alerta de guerra civil, mais uma vez na história daquele reino estavam envolvidos os Memnarcas, os Lancasters e os Behemont. Ao chegar na cidade, no entanto, ele não teve descanso pois para a sua surpresa o lugar estava um caos e correria por todo os lados. 4 Grifos laminados estavam a atacar o lugar. Jothurgard era um antro de problemas emcaniso. Quando não eram automatos ou golens a sair do controle, explosões de polvora e maquinas a vapor e a fornalha, os monstros da região eram versões blindadas do animais normais.

Um bisão da Montanha era ali um Bisão Corno de Ferro, um Grifo selvagem era um Laminado e até tempos atrás uma serpente era uma Constritora de Aço Venenoso. Por isso ele era um patrulheiro da mata e Roberta da cidade, aqueles eram problemas dela. Os Grifos eram incomuns porque se alimentavam de ferro, aço e qualquer material metalico ou mineral. Claro que podiam pegar na natureza, mas quem va trabalahr quando em uam cidade absurdamente grande repleta de aperitivos recem forjados?

Roberta: - Mas que diabos é aquilo???

O grito dela chama sua atenção para uma nova situação. Os Grifos mudaram o alvo para um Dragão. Um Dragão montado por pessoas?! Aquele dia seria louco.

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